- Separar a turma em duas equipes;
- Um por vez joga uma bola em direção as caixas para derrubá-las;
- Ler a vogal da caixa derrubada;
- Ganha um ponto por acerto na leitura.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Trabalhando com vogais
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Música: O elefante queria voar

A dona abelha (Mostra a ponta dos dedos juntos indicador e polegar) disse: você vai cair ( um olha para o outro e mostra o indicador como se estivesse dando uma bronca);
O elefante ( faz a tromba com o braço próximo ao nariz e balança ) teimoso voou, voou voou (abre os braços fazendo gesto de voo)
E caiu( as crianças caem no chão);
Depois canta trocando "voar" por "pular", "dançar", "correr"...
As crianças adoram princpalmente na hora de cair .
Brincadeira tromba de elefante
O resultado foi muitas gargalhadas pois, a tromba foi parar nos olhos, braços, patas...; muito divertido.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Trabalhando com nomes
Através da musica quando cantada o nome da criança, esta se levanta e busca seu nome.
"Lá vem o caracol
Andando bem devagar
carrega a casa nas costas MARIA
porque não quer se molhar."
OBS: As fichas com os nomes dos educandos devem ser feitas com letra bastão, ou seja, letra de imprensa maiúscula com traçado simples para não confundir as crianças quanto ao traçado das letras.
Frases fatiadas
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Música na escola
As crianças gostaram muito e as educadoras ficaram "frouxas" de tanta animação. O legal é que as músicas selecionadas foram todas cristãs e animadas, bem aceitas por parte dos educandos que não pensaram duas vezes e cantaram e dançaram em uma comunhão mais que abençoada.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Dramatização: Chico Bento vai a escola
Essa dramatização fala sobre um menino que não queria ir para a escola onde a mãe entra em desespero e pede para o pai conversar com o filho. Ao contrario do que todos esperam, o pai fica feliz e apoia a decisão do filho, pois assim tem quem o ajude na colheita além de fazer o trabalho do burrico, que agora irá para a escola no lugar do Chico. O Chico que não gostou nem um pouco do trabalho pesado decide então ir para a escola e burrico volta para seus afazeres na fazenda. Depois é falado da importância de ir a escola e estudar. Foi divertidissimo!!!
Dramatização: O sapo e a flor
O SAPO E A FLOR...
Marlene B. Cerviglieri
Numa floresta muito grande e cheia de bichos, habitavam várias famílias de animais.
Desde insetos e até mesmos leões com suas leoas e filhotes.Todos cuidavam de suas vidas e da comida também. Os macacos eram os mais alegres, pois estavam sempre brincando e pulando de galho em galho, como se fosse uma festa.Os pássaros regiam a orquestra, pois entre tantos gritinhos, urros e barulhos dos bichos parecia mesmo uma grande orquestra.
Estava um dia o sapo tomando seu banho de sol, quando ouviu que lhe dirigiam a palavra.Logo abriu seus olhinhos procurando quem com ele estaria falando!
Eis que vê uma linda flor cor-de-rosa cheia de pintinhas...
Assim estava dizendo ela: - Nossa que coisa mais feia! Nunca vi um bicho tão feio!
- Que boca tão grande, que pele tão grossa...
- Parece até uma pedra, aí parada, sem valor nenhum.
- Ainda bem que sou formosa, colorida e até perfumada.
- Que triste seria ser um sapo!!!
O sapo que tudo ouvia ficou muito triste, pois sempre que via a flor, pensava:
- Que linda flor, tão perfumada, que cores lindas, alegra a floresta!
Mas a flor agora havia se mostrado dizendo tudo aquilo do sapo.
De repente surge o gafanhoto saltitante e vê a flor, mas não o sapo.
A flor, quando o percebeu, ficou tremendo em seu frágil caule.
- Meu Deus, que faço agora?
Vocês sabem que o gafanhoto gosta de comer as pétalas de qualquer flor que encontre, e ela seria assim sua sobremesa...
O sapo, quietinho, quietinho, não se mexeu, e quando o gafanhoto se aproximou da flor, nhac... o alcançou com sua língua.
A flor que já se havia fechado, pensando que iria morrer, abriu-se novamente não acreditando no que havia acontecido.
Mas dona árvore que desde o início a tudo assistia, falou muito energicamente e brava lá do seu canto:
- Pois é dona flor, veja como as aparências enganam.Tenho certeza que a senhora gostaria mais do elegante e magrinho gafanhoto. No entanto, veja como ele teria sido tão mau com a senhora!
Às vezes pensamos e dizemos coisas sobre nossos semelhantes que não são verdadeiras. Precisamos tomar muito cuidado com o que falamos, sabe por que?
- Não - dizia a flor ainda tremendo de susto.
- Todos nos somos diferentes, de formas diferentes, e até pensamos diferente.
- Você sabe que existem também outras formas de se falar?
- Não. Não sabia - disse a flor espantada com a sabedoria da árvore.
- Pois então minha pequena, da próxima vez que for falar de alguém, pense antes, pois este alguém poderia ser você.
- Agora agradeça ao seu amigo sapo o favor que ele lhe fez, e também conte aos outros o que aprendeu aqui hoje.
Com sua vozinha fraca a flor disse ao sapo:
- Meu amigo, você é, realmente, amigo. Agradeço-lhe ter me salvado do gafanhoto e prometo que nunca mais falarei de ninguém.
- Aprendi a lição e dona árvore me ensinou também.
Todos os bichos que estavam assistindo bateram palmas.
E assim amiguinhos, aqui fica a lição: somos todos iguais. Existem bons e maus, mas podemos escolher de que lado vamos ficar.....
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